terça-feira, 21 de abril de 2009

Fórmulas para o Cálculo do Valor da Passagem do Transporte Coletivo em Aracruz


O Cálculo do Valor da Passagem do Transporte Coletivo em Aracruz é uma incógnita, Isto não pode continuar assim. Com este objetivo estive pesquisando na internet e encontrei informações valiosas para esclarecer a população, como é feito o cálculo do valor da passagem.

Sites relacionado com a metodologia oficial, publicada no Diário Oficial, do Ministério dos Transporte, utilizada para o cálculo corrdeto


E é a fórmula do cálculo do valor da passagem é comentada e explicada no SITE da AGÊNCIA Nacional de Transporte Terrestre:

Agora que você conhece as fórmulas é só pedir explicação a um economista, matemático ou contador para entender melhor sobre o cálculo.

O próximo passo é obter as informações da empresa de transporte coletivo, alimentar a fórmula com estes dados e descobrir qual é o valor justo da passagem.

Fórmula de cálculo
O Índice de Preços do Transporte Coletivo Urbano Sobre Rodas (ICTU-FIPE/SPTrans) é calculado segundo a fórmula de Paasche, que foi escolhida por poder expressar de forma imediata as mudanças no dinâmico sistema de transporte coletivo urbano sobre rodas da cidade de São Paulo, em que ocorre freqüentemente inovações tecnológicas e modernizações no sistema, objetivando maior eficiência e redução de custos, que causam flutuações significativas nos pesos. Os números-índices do tipo Paasche permitem a substituição dos insumos que perderam a sua importância relativa, a inclusão dos novos insumos (por exemplo, as catracas eletrônicas e ônibus biarticulados) ou a exclusão daqueles não mais utilizados (ônibus monobloco), impedindo estas distorções.

Foi possível adotar a fórmula de Paasche neste índice porque a SPTrans pode fornecer mensalmente os dados do sistema, como a composição da frota (tipos e quantidades de veículos), a quilometragem rodada e outros parâmetros técnicos, para a atualização da base de ponderação.
A fórmula de cálculo do índice de preço de Paasche, é a média harmônica dos preços ou das quantidades, ponderada pela participação do valor de cada item no custo total do período atual. No caso do ICTU-FIPE/SPTrans, toma-se como base de ponderação a participação de cada insumo que compõe a planilha da SPTrans no custo total do sistema no mês corrente. Ou seja,
http://www.fipe.com/indices/images/user/ictu_pt.gif


onde:

P : número-índice
t =1, 2, 3,...,t - tempo
i =1, 2, 3,...,i - insumos
p : preço
q : quantidade

A base de comparação do ICTU-FIPE/SPTrans foi definida como maio de 1998, por ser o mês do dissídio da categoria.
As ponderações de cada item em cada período correspondem a seguinte fórmula:
http://www.fipe.com/indices/images/user/ictu_wij.gif

w : ponderação
t = 1, 2, 3,..., t - tempo
i = 1, 2, 3,..., i - insumos
p : preço
q : quantidade


Veja também:
Então, seguindo essa metodologia, o IDET estima os valores mensais das seguintes variáveis do transporte intermunicipal e interestadual de passageiros por ônibus:
  1. número de passageiros transportados entre Estados, no período;
  2. número de passageiros-quilômetros transportados entre Estados, no período;
  3. índice de emprego nas empresas de ônibus de transporte interestadual de passageiros;
  4. número de passageiros transportados entre Municípios do mesmo Estado, no período;
  5. número de passageiros-quilômetros transportados entre Municípios do mesmo Estado, no período;
  6. índice de emprego nas empresas de ônibus de transporte intermunicipal de passageiros.
seguindo essa metodologia, o IDET estima os valores mensais das seguintes variáveis do transporte coletivo urbano por ônibus, por unidade da federação:
  1. número de passageiros transportados por ônibus no transporte coletivo urbano, no período;
  2. número de quilômetros rodados por ônibus urbano, no período;
  3. Índice de passageiros por quilômetro (IPK) nos ônibus urbanos, no período;
  4. Índice de emprego nas empresas ônibus de transporte coletivo urbano.
Nome da empresa:
Nome da pessoa responsável:
Telefone:
e-mail:
Data de preenchimento do questionário:
5.
Questionário mensal
1. Mês
Ano:
6.
2. Número de empregados com vínculo empregatício de sua empresa no mês:
(considerar todos os empregados da empresa, inclusive aqueles em férias ou licença)
Empregados operacionais
Empregados administrativos
Empregados de manutenção
7.
3. Número total de passageiros transportados pela empresa
(excluindo passageiros transportados por fretamento e/ou turismo)
8.
4. Quilometragem total rodada no mês (de todas as linhas regulares)


segunda-feira, 13 de abril de 2009

Ministério Público determinou: Licitação no Transporte Coletivo


O Ministério Público determinou: LICITAÇÃO NO TRANSPORTE COLETIVO DE ARACRUZ
(Vereadores no Plenário na Câmara Municipal de Aracruz).

Diante da ação impetrada pelo Ministério Público e da decisão proferida liminarmente nos autos do processo nº. 006.08.003320-9 pelo Exmº. Juiz de Direito da 1ª Vara Cível da Comarca de Aracruz, determinando que a Administração Municipal instaure procedimento licitatório, no prazo máximo de 60 (sessenta) dias, objetivando a contratação de prestadora de serviço público de transporte coletivo municipal, o Executivo encaminhou a esta Casa de Leis o Projeto de Lei nº. 066/2008 que dispõe sobre a concessão e permissão detransporte coletivo e dá outras providências.

O serviço de Transporte Coletivo será delegado através de concessão, precedida de licitação na modalidade de concorrência e ficará instituído dentro dos limites do município de Aracruz. Será de responsabilidade do Poder Público Municipal e ficará vinculado às decisões da Secretaria Municipal de Infra-estrutura e Transportes e será executado em conformidade com o Código Nacional de Trânsito.

O serviço de transporte irá operar com as seguintes categorias: ônibus, microônibus e lotação.
O Projeto foi encaminhado às Comissões pertinentes para desenvolvimento de Parecer e retornará a esta Colenda Casa de Leis para votação posterior.



Autor: Poder Executivo Municipal
Quorum: Maioria simples
7ª. Proposição: Projeto de Lei nº 066/2008 com substitutivo nº 003/2008
Ementa: Dispõe sobre a concessão e permissão de transporte coletivo.



Vereadores da legislatura 2005/2008 se reunirão logo mais, às 18:00h, no Plenário da Câmara Municipal de Aracruz para votação dos seguintes projetos:
PAUTA
Sessão: 167ª SESSÃO EXTRAORDINÁRIA
Legislatura 2005/2008
Data: 09 de dezembro de 2008.
Horário: 18:00horas
APRESENTAÇÃO EM PLENÁRIO
7ª. Proposição: Projeto de Lei nº 066/2008 com substitutivo nº 003/2008
Ementa: Dispõe sobre a concessão e permissão de transporte coletivo
Autor: Poder Executivo Municipal
Quorum: Maioria simples
Aracruz, 08 de dezembro de 2008.
ISMAEL DA RÓS AUER
Presidente da Câmara

O substitutivo nº 003/2008 fo votado em dezembro de 2008. Depois foi vetado pelo prefeito e posteriormente o veto do prefeito foi revogado na Câmara de Vereadores de Aracruz e então promulgado com a denominação de Lei n 3179 de 04 de março de 2009 que dispõe sobre a Concessão e Permissão do Transporte Coletivo. Você pode obter uma cópia desta lei enviando uma solicitação no comentário deste blog.
Você pode fazer pesquisa no site da câmara de vereadores: www.cma.es.gov.br

DESABAFO:
A passagem em Aracruz(ES) é alto. Os ônibus são novos, cheio, para percorrer 26km o valor da passagem em um ônibus de 44 lugare é de R$3,75, os ônibus passam de 01h em 01h de segunda à sábado e de 02h em 02h no domingo e feriado, e a noite ápos as 22:30h não tem mais ônibus de segunda à domingo, e sempre com reforço e mesmo assim vai pessoas em pé. O valor da passagem é ocilante, mesmo dentro do munÍcipio variando de R$3,75 À R$6,60, e a população só reclama, gostaria de fazer algo para ser cobrado o valor justo.
Vamos exigir uma Aldiência Pública sobre o Transporte Coletivo de Aracruz

domingo, 12 de abril de 2009

Podemos melhorar o TRANSPORTE COLETIVO





A passagem em Aracruz está muito mais cara que no resto do país, ainda mais se levarmos em conta o tamanho de Aracruz e a distância mais curta dos trajetos.


Em Vitória o ônibus urbano do transcou custa R$ 2,10 e independe do horário do dia ou da distância a ser percorrida e do tempo da viagem.

Uma passagem com mais de 85 Km de Aracruz á Vitoria custa R$ 11,00 e demoram 02 h para fazer o percurso.

Hoje no centro de Aracruz o valor da passagem é de R$ 1,20 em ônibus sem ar condicionado.
Já de Aracruz para Guaraná custa R$3,10; Jacupemba R$4,50; Barra do Riacho R$ 3,75; Vila do Riacho R$ 4,96; Biriricas 6,60.

Observamos o valor diferenciado da passagem provocam algumas concequências:
- Favorece apenas quem vive no Centro de Aracruz, pois pagam o menor valor de passagem;

- Quem mora na Orla, ou em outro local distante da sede gasta mais com a passagem, dificuldade em conseguir emprego com facilidade no comercio do centro de Aracruz, maior custo com educação, saúde etc.

- Quem mora no centro de Aracruz tem dificuldade de comprar uma casa alto valor imobiliário. Uma casa no centro de Aracruz custa várias vezes o que é pago por uma casa em Barra do Riacho por exemplo.

Conclusão:
Para incentivar a ocupação urbana na Orla por exemplo é necessário um valor único da passagem em torno de R$2,10, valor este praticado nos municípios da Grande Vitória. Construção de 01 termina de ônibus prómimo a fábrica da Aracruz Celulose S/A onde se utilizaria ônibus com capacidade para transportar 100 passageiros sentados ou mais, para desta forma não causar prejuízo a empresa de ônibus Expresso Aracruz LTDA.


Na cidade do Rio de Janeiro as empresas de ônibus operam com margem de lucro de 3% então porque em Aracruz não tem limite, portanto a população deve precionar as lideranças comunitária, o CONSPAR, o Ministério Público, Prefeitura Municipal de Aracruz, COMTRAC(Conselho Municipal de Transporte Coletivo) e a Câmara Municipal de Aracruz através de seus vereadores para que se realize uma AUDIÊNCIA PÚBLICA SOBRE O TRANSPORTE PÚBLICO COM ENFASE NO VALOR DA PASSAGEM


Outras considerações:
O pessoal mais jovem não deve lembrar das companhias estaduais e municipais de transportes coletivos. Elas nunca cumpriram uma função social. No máximo, faziam linhas deficitárias para as quais ninguém apresentava propostas nas licitações. Curiosamente, enquanto os donos das empresa de ônibus enriqueciam, aumentavam e renovavam suas frotas, ou cobrava o mesmo valor pelas passagens tinha os ônibus mais antigos, pior conservados e que mais enguiçavam e causavam acidentes.

É preciso criar alternativas mais baratas, como a obrigatoriedade de ônibus movidos a gás natural ou eletricidade, redesenhar linhas eliminando sobreposições e até mesmo mudar o tamanho dos ônibus em função dos horários de tráfego, aumentando o espaço nas ruas e diminuindo o consumo de combustível e poluição. Em vários municípios estas soluções estão sendo colocadas em prática de foram tímida, até porque os empresários também precisam achar um ponto de equilíbrio entre sua capacidade de renovar a frota, pagar salários e ter lucro com a capacidade do trabalhador de pagar por isso.